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terça-feira, 4 de maio de 2021

COMO ERA A PRACINHA EM FRENTE AO YORK PRIME

 

FOTO DE 14/06/1991
Nesta data eu (Romeo) já havia aterrado a pracinha e plantado a grama.
Depois de aterrada foi feito terraplenagem com (patrola) motoniveladora. Em seguida foi plantada a grama e as árvores. 

Aqui sou eu (Romeo) plantando mais uma árvore. 
Ao fundo a construção da nossa casa; ao lado da casa (em construção) as árvores nativas da chácara que depois foi adquirida do vizinho Sr. Alexandre (uma  parte de 40 % ) . Em meio as árvores está meu atelier.  
Hoje a pracinha está toda arborizada e cheia de pássaros e outros animais silvestres. Virou uma espécie de OASIS para os animais silvestres que ali tem água e alimento. As árvores plantadas são frutíferas e não exóticas como fícus e outras;  foram adquiridas por mim no horto da prefeitura e em algumas granjas. 
Ali temos cajá-manga, pitanga, seriguela, fruta-pão, cajá, Pau-Brasil (que morreu misteriosamente),. angico, manga carlotinha, nespera, jambo, ameixa, amora, peludinha, etc. 
Por mais de 20 anos, eu, (Romeo) cuidei da pracinha, depois a associação assumiu e  então colocaram carneiros com o objetivo de aparar a grama, mas eles comeram as cascas das árvores, matando algumas. 
A pracinha  das Garças "não é mais cuidada" por ninguém, mas eu replantei muitas árvores mortas e a natureza está fazendo a sua parte. Hoje, o maior interesse é cuidar dos locais que ajudam na venda dos lotes remanescentes e somos nós, os moradores, que pagamos por isso. 
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Lago na praça das corujas. Muito bem cuidado.

AUMENTO NO NÚMERO DE LOTES. 
       Os antigos lotes foram divididos em menores; antes havia apenas 96 lotes. Houve também o remembramento de lotes e então surgiram os autênticos CONDOMÍNIOS legalizados. O primeiro condomínio que surgiu foi o York Prime. Naquela ocasião eu já alertei que, embora achasse justo que se fizessem condomínios, uma vez que a lei permite, no futuro haveria litigio, pois os novos moradores teriam de pagar duas taxas (da associação e do seu próprio condomínio), o que não é justo. Considerando que o York Prime foi construído de acordo com a legislação urbanística municipal vigente, não há o que reclamar. Lembrando que a rua é "logradouro público" e, pelo artigo 5º da Constituição, ninguém é obrigado a associar-se ou permanecer associado da associação.  As pessoas que vierem morar nos novos "Condomínios Legalizados" não são sócios da AMCY, e portanto, "não serão obrigados pagar as taxas da associação". Também o próprio condomínio não poderá participar da AMCY, pois são entidades e não pessoas, ou moradores. 
         Pessoalmente sempre defendi a ideia de que se fizessem pequenos edifícios (como aqueles do Recreio, sob pilotis e com garagem coberta no térreo e dois andares de apartamentos (os carros ficariam na garagem). Neste blog você irão ler a minha sugestão dada na época. Dessa forma não haveria problemas de vagas com os carros estacionados na rua. 
   AGORA CHEGOU A HORA DA VERDADE. Está difícil trafegar nas ruas com tantos carros estacionados ao longo do meio fio. Lembrando que a rua só tem 6  metros de largura. Quando um caminhão está passando, a dificuldade é enorme. Isso tende a piorar.
        Alguns moradores querem transformar as calçadas em estacionamento. Imaginem se a moda pega e, nesse caso, as calçadas de Ipanema, Leblon, Copacabana e outros bairros também virariam estacionamentos, pois teriam o mesmo direito.  Mas, lá os caros que estacionarem são removidos imediatamente pelos reboques da prefeitura. 
        Precisamos dialogar e buscar uma solução que não prejudique ninguém ou que, pelo menos, minimize os prejuízos. A prioridade deve ser os pedestres. Essa reunião deveria ser feita com a participação de todos e não apenas dos associados do Condado de York, que é um grupo fechado. 
EU NÃO SOU SÓCIO DA ASSOCIAÇÃO, mas contribuo mensalmente; até quando, eu não sei. 
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     Não acho justo que só os antigos moradores paguem uma espécie de condomínio para associação manter a manutenção e os empregados que servem a todos. Hoje o custo é de 550 reais mensais. Poderia ser cortado pela metade se todos pagassem. Nunca devemos esquecer que se trata de um logradouro público como é na Rua Capitão Pedro Afonso, onde a justiça determinou a fixação da placa abaixo.  Quando a prefeitura deu nome às ruas, o ex Loteamento Condado de York deixou de existir e passou a ser parte da planta urbanística da Vargem Grande.
         A administração do Condado de York e também alguns moradores precisam compreender, de uma vez por todas,  que as ruas são LOGRADOUROS PÚBLICOS e não pertencem à associação.  Quando perceberem isto, tudo ficará mais fácil para encontrar o melhor caminho consensual. 
Foto da placa fixada na Rua Capitão Pedro Afonso.

E COMO FICAM OS PEDESTRES?
Ao longo das ruas existe o tradicional calçadas com meio-fio com 3 metros de largura. É justamente este espaço que querem dividir deixando 1,80 metros para os carros e 1,20 metros para pedestres. Mas é preciso lembrar que, com o aumento do número de moradores, haverá também o aumento de pedestres circulando. Hoje os pedestres já estão correndo riscos de atropelamento, uma vez que são obrigados a circular no meio da rua. Os locais, que deveriam ser calçadas para pedestres, viraram jardins e ninguém pode usá-los para circulação. Certamente que os jardins são mais bonitos que uma simples calçada tradicional, mas a nossa atual realidade não mais permite. Por outro lado, a lei urbanística exige que os moradores calcem a frente de seus lotes. 

ALGUMAS FOTOS DA PRAÇA EM FRENTE AO YORK PRIME
As fotos  a seguir foram tiradas depois que a associação assumiu a manutenção desta praça chamada de Praça das Garças. Deram esse nome porque sempre havia garças pescando por aqui.





Como ficou o laguinho das Garças - totalmente sem vida. O mato tomou conta. Precisamos recuperá-lo para que os animaizinhos voltem 




    Depois que a associação de moradores assumiu, começou a tentativa de desmanche de tudo o que eu havia feito.  "Ainda não entendi qual é o objetivo. Como já lhes disse havia uma tela de arame circundando toda a pracinha. Então a aproveitaram -se disso e puseram carneiros, patos, etc. PORQUE?
Os carneiros roeram a casca das árvores que logo em seguida morreram. Depois de muitas reclamações, retiraram os animais e também a tela de arame que eu havia colocado. PLANTEI TUDO NOVAMENTE. A tentativa de desmanche não deu certo. 
Ai tiveram a brilhante ideia de alugar a praça e então fazer dela o que quisessem. 

COMO ERA NO TEMPO QUE EU CUIDAVA. 
Eu pagava a taxa da associação, a ração para os peixes e também do jardineiro que roçava. 

Patinhos selvagens que moravam aqui. 



Peixes pescados pelo Antônio, caseiro de  morador.
Não é história de pescador. Foi neste  lago mesmo. 





     O lago era ninhal de pássaros e aves selvagens. Toda a noite, quando começava escurecer os patinhos selvagens chegaram em grandes revoadas, Era muito lindo e eu sempre saía para vê-los chegar.
Replantio de árvores que foram destruídas. 

Muitas árvores foram mortas depois que deixei de cuidar da praça. Portanto, sob a administração da associação. Quando reassumi eu replantei tudo e depois devolvi novamente à associação que é a responsável atual. 
NOS AJUDE. DEIXE SEU COMENTÁRIO OU SUGESTÃO.
Romeo
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quarta-feira, 11 de maio de 2016

DOCUMENTOS DE LEGALIZAÇÃO DO EMPREENDIMENTO CONDADO DE YORK

PARA AMPLIAR É SÓ CLICAR NA FOTO
 O LOTEAMENTO CONDADO DE YORK NÃO É CONDOMÍNIO
Trata-se de um logradouro público como qualquer outro da Vargem Grande. Portanto, embora exista cancelas, nenhum cidadão pode ser impedido de acessar as ruas. 

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                     O loteamento Condado de York foi um empreendimento construído pela Kroy Construções e Imóveis  Ltda. controlada pelo Sr. Dr Augusto Campos. Está situado na Estrada dos Bandeirantes, 24333 - Vargem Grande - Bem em frente à Estrada do Sacarrão no centro do Bairro.
                      O empreendimento foi totalmente legalizado em conformidade com as normas vigentes na época de sua construção. Esse mérito devemos ao Dr. Augusto Campos que cumpriu rigorosamente todas as exigências da prefeitura conforme se pode constatar pelos documentos aqui postados. Essas exigências determinaram áreas de doação à cidade, vias públicas, praças e jardins. Conforme determina a lei, alguns lotes foram reservados (não podiam ser comercializados) até o cumprimento de todas as exigências para seu aceitamento final. 
                      Em 28 de Fevereiro de 1993, a prefeitura declarou que todos os requisitos foram atendidos de acordo com a lei municipal e liberou os lotes até então vinculados como garantia (vide documento de aceitação abaixo).
                      O caso do York foi uma exceção, pois nenhum outro loteador da região se dispunha a cumprir as exigências, optando por lotear clandestinamente, sem doar áreas para o município. Isso tornou as praças e áreas destinadas a jardins do loteamento York visadas para instalação de equipamentos públicos, como hospitais, creches, escolas, quadras poliesportivas, etc. para atender os moradores da região.
                     A aprovação do loteamento data de 27.07.1982, conforme o processo número 06/309684-81. De forma que todas as ruas, praças, jardins e calçadas (passeio público), num total de 56 mil metros quadrados, passaram ao domínio público. Qualquer pessoa tem o direito de usufruí-los, tanto quanto os moradores. Este documento está na prefeitura, assinado pelo Dr, Augusto Campos e aprovado pela Secretaria de Urbanismo em 1982. A Rua Mário Lisboa de Carvalho, que é a principal tem CEP exclusivo cujo número é 22.785-595. Esta entronca em seu início com a Estrada dos Bandeirantes e no final com a Estrada Vereador Alceu de Carvalho, que é a mesma que passa pelo Shopping Recreio e Loteamento Maramar indo até a praia.
Nicéas Romeo Zanchett 







DOCUMENTO DE ACEITAÇÃO





ESCLARECIMENTOS IMPORTANTES 
O nome Loteamento Condado de York é apenas de fantasia e foi dado ao empreendimento quando da sua implantação. A partir do momento em que a prefeitura considerou que todas as exigências da lei foram cumpridas ela deu nome as ruas e estas passaram a ser simplesmente logradouros públicos que fazem parte do conjunto de ruas do Bairro Vargem Grande. Também as praças e jardins, que ainda tem nomes de fantasia, pertencem ao mesmo conjunto de áreas públicas do bairro. Isto é um fato irreversível. 
Infelizmente a Prefeitura nunca deu a menor atenção às praças, ruas e jardins dessa parte da Vargem Grande. Contudo, era necessário cuidar, e os próprios moradores passaram a fazer este trabalho às suas custas. Foi então que surgiu a ideia de se criar uma associação de Moradores que eu fui contra. Alguns moradores se reuniram e tomaram essa providência. Eu nunca participei dessa associação, mas contribuo voluntariamente para ajudar nas despesas, principalmente da vigilância que simplesmente não existe por parte dos órgãos públicos. Continuo achando que devemos exigir que a Prefeitura faça sua parte e desonere os moradores.  Não é justo que paguemos nossos impostos e ainda tenhamos que contratar pessoas para cuidar dos logradouros públicos, praças e jardins que são de responsabilidade da prefeitura. 
É importante que fique bem claro que o Condado de York não é um condomínio; as ruas, praças e jardins são de domínio público e qualquer cidadão tem livre acesso. Isto sempre foi assim.  
  

O QUE PODEMOS PEDIR À KROY?
A Kroy foi a loteadora, mas tem os mesmos direitos e deveres dos demais proprietários de lotes. A diferença é que ela é proprietária de muitos lotes que ainda não vendeu e por isso pode influir no futuro do York com os empreendimentos que certamente fará em seus lotes. Podemos pedir que mantenha sempre limpos seus lotes e quando fizer algum empreendimento nos mesmos o faça de forma a garantir um futuro com edifícios não muito altos como está ocorrendo no Recreio dos Bandeirantes, especialmente no local denominado Barra Bonita que antes só havia casas e que agora estão sendo demolidas e dando lugar a espigões. Lembro aos moradores que o York e a Capitão Pedro Afonso estão sendo visadas por grandes construtoras, especialmente porque são os únicos locais totalmente legalizados, condição indispensável para qualquer empreendimento. 
Nicéas Romeo Zanchett 

terça-feira, 10 de maio de 2016

JARDIM DAS GARÇAS

O NOME JARDIM DAS GARÇAS
Este nome foi dado pelos moradores.
Este jardim é público e faz parte da planta urbanística da Vargem Grande.
Aqui postarei as fotos antigas e novas que contarão sua verdadeira história. O início de sua construção se deu em 1993 quando, por um acordo com o Dr. Austo Campos me comprometi em plantar arvores nativas e gramar o local que estava abandonado pela prefeitura.
  Mais tarde a KROY, providenciou a construção do muro que divide o limite com o Grupamento Residencial - nos fundos - que tem frente para a Rua Manhuaçu - Rua do posto de gasolina.
Eu iniciei o trabalho aterrando partes mais baixas e nivelando com trator e motoniveladora (Patrol). Depois mandei  acertarem todo o terreno com enxada e ancinho. Em seguida providenciei a semeadura de grama forquilha, cujas semente vieram de uma chácara de São Pauto.

Para iniciar o plantio de mudas fui até o canteiro do "Parques e Jardins" . Eu queria só plantar árvores nativas da Vargem Grande; conversei com alguns técnicos agrônomos para ter maiores informações. Optei por plantar mudas de árvores frutíferas oriundas da "Mata Atlântica" local. E assim foi iniciado o trabalho de arborização.
As pessoas que hoje veem esta pequena ilha de árvores nem imaginam como ela é importante para os animais silvestres que, com a urbanização das Vargens, perdem diariamente seu habitat natural.

Procurei plantar espécies bem diversificadas, de forma que haja frutos para os animais silvestres ao longo de todo o ano. Não fiz isso pensando apenas nos futuros moradores, mas principalmente nos animais silvestres.
A natureza é a paixão da minha vida. Fui criado em fazenda -Santa Catarina- e desde criança aprendi amar incondicionalmente os animais e as plantas. Muitos estranham ao me ver podando árvores, cortando a grama e cuidando dos animaizinhos. É que mantenho meus hábitos adquiridos na roça. Levanto por volta de 4 horas e vou dormir às 20 horas -8 da noite). Como se diz na roça: "durmo com as galinhas e acordo com o galo".
Desde que comecei a trabalhar como construtor já plantei mais de 1000 árvores nesta cidade.
Imaginem se cada habitante da terra plantasse uma única árvore.
Nicéas Romeo Zanchett 



Arvores nativas da Mata Atlântica. 
Plantadas há mais de 26 anos. 

Patinhos selvagens.
Eles vão e voltam - são aves migratórias.
 Esquilo 

Tucano

Jacu 




Este era um pé de cajá-manga - Foi destruído pelos carneiros que foram erroneamente colocados neste jardim para aparar a grama.
 Tive de replantar cerca de 20 árvores que foram destruídas pelos tais carneiros. Eles comeram a casca das árvores e as mataram. Se ficássemos esperando que a prefeitura fizesse alguma coisa, este local estaria abandonado até hoje. 

O que mais lamentei foi este pé de Fruta-pão - foto acima - que estava com mais de 8 ms de altura. Já o replantei.

Este belíssimo coqueiro foi plantado na administração anterior e já está lindo. 




Nicéas Romeo Zanchett 




domingo, 8 de maio de 2016

O EMPREENDIMENTO YORK PRIME

PARA AMPLIAR É SÓ CLICAR NA FOTO


Este é o primeiro empreendimento que está sendo construído na Rua Mário Lisboa de Carvalho.
É resultante do remembramento de 7 -(sete) lotes adquiridos da Kroy. 
Trata-se de um grupamento residencial unifamiliar em CONDOMÍNIO. Este realmente é um condomínio cuja documentação atende rigorosamente a legislação vigente. 
CLIQUE NO LINK ABAIXO E CONHEÇA OS DETALHES
RESIDENCIAL YORK PRIME
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A obra é de excelente qualidade e já está pronta.. 
Este futuro condomínio está localizado na Rua Mario Lisboa de Carvalho (logradouro Público), em frente ao denominado Jardins das Garças.
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Na ocasião do seu lançamento muitos pensaram que eu estava contra o empreendimento. Ao contrário; penso que qualquer empreendimento de condomínio, de acordo com os gabaritos atuais, é benéfico e poderá evitar a construção de futuros espigões que é a pretensão de muitos urbanistas e construtoras para as Vargens.
VEJA A CARTA E-MAIL QUE RECEBI DO SIRKIS
O Sirkis, então Secretário de Urbanismo do César Maia, me enviou este e-mail na época em que eu estava liderando um movimento para a implantação do PEU DAS VARGENS. Chamava-se Movimento Urbanístico Casa Legal. Mas a história completa do PEU vou lhes contar mais tarde. O início foi um árduo trabalho que só foi possível porque tivemos ajuda do Dr. Conde Caldas CONCAL ENGENHARIA) então presidente do Sindicato da Construção Civil naquela época. 
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Ouço as pessoas se posicionando contra empreendimentos condominiais -legalizados- nas Vargens. Sem conhecer os fatos que estão por trás, dizem que querem preservar o meio ambiente e impedir a construção de prédios. 
Alguns sabem, outros não, mas sou o responsável pela construção do primeiro edifício da Vargem Grande. Mas é bom que fique bem claro que não sou o financiador; apenas entrei com as idéias.

Gostaria muito de viabilizar a construção de PRÉDIOS SOB PILOTIS e COM GARAGEM. > No Condado de York as ruas são de apenas 6 metros de largura, e ficarão lotadas de carros, caso continua a atual ideia de construir apenas casas -agora em pequenos lotes.  Se fossem edifícios sob pilotis teriam garagem própria e não precisariam ocupar as ruas como estacionamento.
Sempre construí casas. Interlagos de Itaúna, Pedra de Itaúna, Maramar, Barra Bonita - Recreio dos Bandeirantes , Região dos lagos, Petrópolis, Angra dos Reis, etc. foram cerca de 250 obras, mas na Vargem Grande não há mais viabilidade para casas. 
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VOU LHES EXPLICAR O QUE ESTÁ ACONTECENDO NO RECREIO
Como todos sabem o Recreio tinha muitas casas e hoje está lotado de pequenos edifícios, mas ultimante passou a ter grandes espigões.
Há alguns dias, passando pela Lagoa Bonita, dei por falta de algumas casa que havia construído a cerca de 20 anos. Nos locais hoje existem edifícios. É um fato interessante que deve nortear nossas posições para nos conscientizarmos de que o futuro chegou. Quem quiser conferir é só visitar os fundos do Recreio Shopping.

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"A VARGEM GRANDE É A BOLA DA VEZ".
Tanto a Barra da Tijuca como o Recreio dos Bandeirantes já não tem mais terrenos disponíveis para edifícios; ali ainda existem alguns poucos lotes cujos preços são proibitivos.
A construção de uma casa não barra um futuro espigão. Mas a construção de um grupamento residencial ou um pequeno edifício de poucos andares sob pilotis e garagem interna impedirá sim que ali se construa um "espigão".
Isto pode ser observado em qualquer bairro do Rio de Janeiro. Locais onde existem vilas e pequenos edifícios o poder das grandes construtoras ficou limitado. Basta que um único condômino não concorde em vender sua cota que será impedida e construção de um grande edifício. O que as grandes construtoras costumam fazer é demolir as casas, remembrar lotes e construir um  prédio com muitos apartamentos. Isto, sem dúvida, irá acontecer  aqui no YORK  e em muitos outros lugares das Vargens onde existem lotes grandes e legalizados.
Por essa razão sou a favor da construção de pequenos prédios sob pilotis - com poucos andares - obedecendo os gabaritos atuais. 
Não se iludam que brevemente o gabarito - altura - vai mudar. Existe intenção de adensar o centro da Vargem Grande com o argumento de proteger os morros. As grandes construtoras querem prédios de 30 andares, eu prefiro 16 andares no máximo.   
Prestem bem atenção: Não há mais espaço para prédios e grandes empreendimentos no Recreio e Adjacências. Por isso eu digo que as Vargens são a BOLA DA VEZ. As grandes construtoras logo estarão por aqui. 
Enquanto isso os moradores ficam discutindo "bobagens" que não terão nenhum efeito  para impedir o progresso. 


Nos prédios sob pilotis os moradores sempre estacionam seus carros na garagem ao abrigo do sol e da chuva.
Os logradouros públicos do Condado de York tem apenas 6 metros de largura; quando um carro fica estacionado na rua dificulta a simples passagem de um veículo grande. Imaginem centenas de carros estacionados nestas ruas.
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Hoje, a construção de casas para venda é economicamente inviável em bairros como a Vargem Grande. O preço de uma casa, mesmo num conjunto habitacional é cara. É que as Vargens foram inundadas de loteamentos irregulares. Mas muitos desses loteamentos estão consolidados e até são belíssimos. Geralmente são lotes em torno de 200 m2, mas, talvez por serem irregulares, seus preços são baixos e portanto não há como concorrer com eles. Foi por essa rasão que deixei de construir casas e viabilizei o primeiro prédio da Vargem Grande. 
A prefeitura já aprovou e estaremos construindo mais dois prédios com três andares.
Gostaríamos de construir edifícios dessa mesma altura sob pilotis - Com acessibilidade e adaptados para pessoas da terceira idade - no YORK. Dessa forma estaríamos impedindo que no futuro haja espigões no lugar das casas.
CASAS NÃO SÃO COMPETITIVAS 
Este talvez será o grande problema do York Prime, cuja obra é de excelente qualidade, mas dificilmente conseguirá competir com casas já existentes em vários loteamentos irregulares da Vargem Grande.
Nicéas Romeo Zanchett 


A lei não permite aquilo que chamam de vendas casadas. De forma que os moradores dos futuros condomínios legalizados nos logradouros públicos do York, não terão a obrigação de pagar o condomínio do seu prédio e contribuir para a associação. É um ato de cidadania de LIVRE ADESÃO ou LIVRE PERMANÊNCIA. Portanto mesmo que se associe poderá sair a qualquer tempo. 
Os empreendedores costumam dizer que os futuros moradores ficarão obrigados a contribuir com a associação, mas isso é simplesmente "mentira". Portanto, os futuros moradores só contribuirão se quiserem; mesmo quando os empreendedores são contribuintes, esta obrigação não se estende aos futuros moradores.

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É importante.
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